Há anos, no Brasil, basta um homem se autodeclarar mulher para ser inserido nos espaços reservados às mulheres biológicas. Há anos mulheres biológicas vêm dizendo que isso vai trazer problemas, que as condições físicas não são as mesmas, que é preciso tomar cuidado e, por isso, são chamadas de transfóbicas. Mas os problemas começaram a aparecer…
O presídio em Brasília
Em 2021, internas do presídio feminino de Brasília (chamado de Colméia) escreveram uma carta ao Ministério Público relatando os problemas que tinham devido à grande quantidade de mulheres autodeclaradas trans que entraram no presídio. Essa carta foi divulgada em alguns jornais como o Metrópoles no início de fevereiro deste ano. Os problemas relatados vão desde ameaças e assédio até e total perda de privacidade até mesmo para tomar banho e usar o banheiro.
Não foram apenas as internas que relataram problemas. As agentes de segurança que trabalham no presídio também os relataram. Elas relatam a diferença brutal de força física (que torna a contenção perigosa), a necessidade de apoio de agentes masculinos (proibido em presídios femininos) e descrevem situações de risco iminente (como internas “trans” se tocando enquanto olhavam para as agentes).
Essas situações ocorrem por um motivo muito simples. Ao ver que serão presos, alguns homens se declaram trans apenas para ficarem detidos em presídios femininos, onde as condições são melhores e eles são os mais fortes. Por isso a autodeclaração, nesses casos, é perigosa e deve ser avaliada por uma equipe especializada antes do encaminhamento do detento ao presídio feminino. Afinal, a lei manda perguntar ao detento trans em qual presídio deseja ficar e se deseja uma cela com presos comuns ou uma cela para trans.
As competições femininas nos esportes
Outro lugar onde acontecem problemas é em competições esportivas. Na semana passada a Ministra Cármen Lúcia permitiu que uma atleta trans (Tiffany) disputasse a semifinal da Copa do Brasil de vôlei feminino pelo time de Osasco contra o time de Londrina. Essa permissão reacendeu o debate sobre atletas trans disputando competições femininas. Então vamos analisar um pouco isso…
Pessoas trans que se desenvolveram como homens têm pulmão maior, mais força física e maior massa muscular. Isso é inerente ao ser humano, quem nasce homem tem essas características diferentes das mulheres biológicas. Logo, em competições que exigem força ou resistência eles levam vantagens. Na maioria dsa vezes também são mais altos que as mulheres.
Assim sendo, em uma competição de vôlei, como a que Tiffany participou, um atleta trans tem vantagem sobre os demais atletas e sua equipe acaba levando vantagem. Semana passada a atleta trans Mar Vazquez chamou atenção por decidir competir com homens. Ela disse achar injusto competir com mulheres por ter vantagens físicas e biológicas como capacidade cardíaca e pulmonar maiores.
Mar Vazquez chamou atenção por não seguir o que geralmente as atletas trans fazem. Homens que eram medíocres em seus esportes se declaram mulheres e começam a competir contra mulheres e se destacar. Isso indica claramente as vantagens que o desenvolvimento como homem dá a essas atletas. Outra coisa que deixa clara essa vantagem é o fato de não ter atletas homens trans querendo disputar competições com os homens biológicos.
É hora de assumir que trans têm vantagem sobre mulheres biológicas
Está na hora de assumir que mulheres trans são biologicamente diferentes de mulheres biológicas. Por isso mesmo têm necessidades diferentes, problemas diferentes e, em alguns casos, devem ter categorias diferentes. Mas isso elas não querem. Afinal, na cadeia de Brasília aumentou 353% o número de mulheres trans em alguns anos.
Isso não ocorreu porque todas essas pessoas descobriram que eram trans. A psicologia e a psiquiatria dizem que a porcentagem de pessoas com disforia de gênero no mundo é de 0,6% da população. Por que tantas pessoas se dizem trans então? Se levarmos em conta que geralmente são homens que se dizem mulheres trans, acredito ser poir teer alguma vantagem.
Afinal, quando se fala em criar categorias separadas no esporte, elas não querem. Quando se fala em banheiros neutros e individuais, elas não querem. Quando podem escolher celas para trans, elas escolhem as celas comuns. Isso dá muito o que pensar. Acho que está na hora de analisarmos com mais cuidado essa questão antes de tomar uma decisão que pode por mulheres em risco ou simplesmente tirá-las de espaços que lutaram tanto para conquistar.



